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If it wasn’t for the nights e o Davi
Eu tenho escrito tanto sobre ansiedade e sobre como me sinto no limite o tempo inteiro, olhei ao meu redor e me senti extremamente grata por onde estou agora. Olhei pra minha casa, para o meu companheiro, meu melhor amigo e vi como tenho sorte. Dividir a vida com o Davi é estar em uma sitcom onde eu rio o tempo inteiro. Ele me faz rir de coisas bobas do dia a dia, ter uma respiração mais leve em meio ao caos, e de tentar mesmo ter uma vida mais leve e ao menos tentar diminuir
há 3 dias
Eu penso muito sobre ansiedade
Tenho pensado muito - e a palavra muito ainda não é muito o suficiente - sobre ansiedade, depressão e coisas que acontecem mais do que eu gostaria: crises de pânico. É estranho escrever abertamente sobre isso, porque há cerca de sete anos eu me isolei, morria de vergonha de falar que eu tomava remédios, tinha medo de sair de casa com amigos e passar mal, sentia que daria trabalho e as pessoas se afastariam de mim. Bem, isso ainda está aqui um pouquinho, apesar de que hoje em
5 de jan.
Que ano foi esse e eu não estou reclamando, pelo menos não tanto
Parece-me improvável escrever algo como o que eu venho me preparando há semanas para pôr em palavras, não por medo, mas cansaço mental, físico e espiritual. Final de ano, e com ele chegam reflexões e balanço de como foi o ano de 2025. Se alguém me contasse um ano atrás eu não acreditaria, foram tantas tantas coisas que parece ter saído diretamente de uma série da Hulu. Nos últimos dias tenho refletido sobre o fato da minha mãe ter ido embora. Tenho refletido bastante, na verd
29 de dez. de 2025
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